Carlo Barbieri
Posted on agosto 05, 2017, 12:04 am
4 mins

Os investidores e gestores globais estão se voltando cada vez mais para os ativos imobiliários em busca de renda, diversificação e liquidez para suas carteiras de investimentos, para ajudá-los a diminuir os efeitos da volatilidade de preço e rentabilidade, dos tradicionais mercados de ações e renda fixa.

Para um investidor internacional, o mercado imobiliário americano é como uma estrada sinuosa. Há muitas coisas a serem consideradas além do próprio investimento, sendo as consequências tributárias uma das mais importantes.

Dependendo da estrutura utilizada pelo investidor internacional, o mesmo pode estar exposto a impostos estaduais no Estados Unidos, ser obrigado a preencher declarações de imposto, retenção pela lei de tributação de investimentos em imóveis (FIRPTA), ser enquadrado nas alíquotas mais altas  de imposto de renda, ser duplamente tributado nos Estados Unidos e eventualmente ser triplamente tributado se considerado também a tributação da sua jurisdição local (país de origem), além da incidência de tributos sobre lucros de filiais, etc. Como se pode ver, utilizar a estrutura errada pode transformar rapidamente uma grande oportunidade em um péssimo investimento.

Outro ponto importante a se considerar é o risco. Ao entrar no Mercado de fix n’ flip por conta própria, o investidor internacional se associa a um joint venture com o desenvolvedor e compartilha com este, os lucros obtidos com o projeto. Como os desenvolvedores utilizam empréstimos obtidos junto a um financiador privado (private lender) para financiar a maior parte do projeto, este financiador fica com o imóvel como garantia do empréstimo, de forma que se algo der errado com o projeto, o capital do financiador estará seguro. Não podemos dizer o mesmo do investidor que neste caso, se algo de errado acontecer com o projeto, terá como garantia somente a “palavra” do desenvolvedor, ou as vezes nem mesmo isso e dividindo com ele, eventuais prejuízos.

Liquidez e diversificação também são aspectos importantes que um investidor internacional deve considerar. Participar em apenas um ou poucos projetos é muito mais arriscado do que diversificar as apostas em vários investimentos diferentes. O mesmo pode-se dizer da liquidez. Se o investidor estiver amarrado a apenas a um ou a poucos projetos, somente obterá o retorno do investimento com a finalização e liquidação destes poucos projetos.

Assim, o Fundo torna-se a melhor solução para o investidor, isto porque sua estrutura:

  • Minimiza o impacto de tributos sobre a renda;
  • Elimina a exposição do investidor a tributos estaduais;
  • Resolve outros problemas com tributação;
  • Protege o investidor de ter que lidar com obrigações de preenchimento de declarações;
  • Protege o investimento com ativos imobiliários como garantia, agindo como investidor e financiador ao mesmo tempo proporcionando assim, rentabilidade regular com baixa volatilidade;
  • Diversifica o investimento em diversos projetos, para redução do risco;
  • Investe em diversos projetos em diferentes fases de execução, provendo maior liquidez aos investidores; e
  • Apresenta maior transparência sobre o valor dos ativos e fornecimento de informações dos projetos aos investidores.

Carlo Barbieri
Empresário e Consultor

CEO do Grupo Oxford Carlo Barbieri é formado em Economia e em Direito e fez mais de 60 cursos de especialização no Brasil e no exterior.

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